Blog Top Society - Karla Cruz

Iate de luxo fabricado no Brasil é exposto no Cannes Yachting Festival 2021

18/09/2021    Gustavo Siqueira

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Depois de ter o evento cancelado em 2020 devido à pandemia, o Cannes Yachting Festival voltou ao calendário náutico mundial. A Azimut Yachts, líder em fabricação de iates de luxo, com filial em Itajaí (SC) desde 2010, expos uma versão do modelo Azimut 62 fabricado apenas na sua planta brasileira. A feira internacional encerrou no domingo, dia 12, em Cannes, no litoral sul da França, região conhecida como Riviera Francesa.
 
Conheça os diferenciais da Azimut 62

A versão em exposição na renomada feira internacional do sofisticado iate Azimut 62 equilibra alto requinte com móveis de design italianos e usabilidade. É considerada uma obra de arte sobre as águas com atmosfera de “casa” e com área que equivale a mais de 150 m2. É composta por três decks (pavimentos), três suítes, living integrado com central de comando, sala de jantar e cozinha, e grande área de convivência ao ar livre incluindo versátil lounge de proa além, claro, do espaço gourmet na plataforma de popa.

Entre os destaques do layout produzido apenas no Brasil é a ampla praça de popa, como se fosse uma grande varanda com mesa para refeições com vista para o mar, integrada com a cozinha e, na sequência, com o living principal. 
 
“Trata-se de uma versão que privilegia momentos de lazer a bordo, como é o caso do tradicional barbecue tão apreciado pelo público brasileiro. Além da exposição desse modelo fabricado no Brasil em Cannes, curioso é que uma unidade acaba de ser vendida para um cliente da Inglaterra. É um modelo que agrada não só o Brasil como, também, público de diversas outras partes do mundo”, explica o diretor da Azimut Yachts Francesco Caputo.
 
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Outros modelos fabricados no Brasil em exposição

Além da sofisticada Azimut 62, durante os seis dias de evento, o público pode visitar outros 17 modelos da Azimut Yachts. Entre eles, outras duas embarcações que fazem parte da frota de produção brasileira. É o caso do consagrado megaiate Azimut Grande 27 Metri, maior modelo da gama Brasil, que tem o equivalente a mais de 350m² de área e traz a inovação da fibra de carbono 100% pura em sua superestrutura. Outro destaque é a Atlantis 51, modelo igual ao que será apresentado no Brasil no final do segundo semestre deste ano e que marca o início da produção de todos os modelos da coleção Atlantis no país a partir de 2022. Serão destinados, além do Brasil, ao mercado internacional, para mais de 70 países que a marca tem representação.
 
Premiere mundial Azimut Grande Trideck

Durante o festival, Azimut Yachts fez ainda a premiere do modelo Azimut Grande Trideck, inovação mundial em termos de design, estilo e tecnologia. Fabricado na matriz italiana, é um megaiate de 38 metros. Revolucionário, tem design exterior assinado por Alberto Mancini, interior de Achille Salvagni e casco de Pierluigi Ausonio. O nome completo do modelo é Azimut Grande Trideck + One, porque adiciona um “deck extra” único aos três tradicionais, criando o efeito único de “cascata de decks”.

Frota de modelos da Azimut Yachts no Cannes Yachting Festival

Grande Collection
Azimut Grande TRIDECK – world premiere
Azimut Grande 27 Metri
Azimut Grande 32 Metri
Azimut Grande 35 Metri
 
Flybridge Collection
Azimut 50
Azimut 53
Azimut 62
Azimut 68
Azimut 78
 
Magellano Collection
Magellano 43
Magellano 66
Magellano 25 Metri
 
S Collection
Azimut S6
Azimut S7
Azimut S8

Atlantis Collection
Atlantis 45
Atlantis 51

Azimut Yachts

Azimut Yachts é uma marca do Grupo Azimut | Benetti. Com suas coleções Atlantis, Magellano, Flybridge, Verve, S e Grande, oferece a mais ampla gama de iates de 34 a 125 pés (10 - 38 metros). Está presente em mais de 70 países por meio de uma rede de 136 centros de vendas e assistência, além de agências de representações e assistências diretas em Xangai, Hong Kong e Fort Lauderdale (EUA). Desde 2010, possui uma filial produtiva no Brasil, em Itajaí (SC) que fabrica modelos de 40 a 100 pés.


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Ansiedade atinge 9,3% da população brasileira e traz prejuízos também para crianças e adolescentes

18/09/2021    Gustavo Siqueira

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 A ansiedade tem se tornado um assunto cada vez mais discutido, principalmente com a pandemia da Covid-19, em que o isolamento e a preocupação agravaram ainda mais o quadro de pessoas que já sofriam com o transtorno, ou até acabaram desencadeando outras. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgados no final de 2020, o Brasil é apontado como o país com a maior taxa de pessoas com transtorno de ansiedade no mundo e o quinto em casos de depressão. A estimativa apontava que 9,3% dos brasileiros possuem algum transtorno de ansiedade e 5,8% de depressão.  

É preciso entender que a ansiedade, em até certo ponto, é algo normal, como um mecanismo de defesa do nosso corpo, conforme explica a psicóloga Nayra de Paiva Oliveira. “A ansiedade é como se fosse o alarme do nosso corpo. Ela está ali, pronta para quando acontecer algo novo, diferente. Então ela avisa: opa, tem coisa diferente por aí! Imagina, o dia que você viu o amor da sua vida, marido, namorado, filho, aquele friozinho na barriga, aquele nervosinho, era ela, indicando que algo novo estava para acontecer! Por isso, ela não é ruim, é algo normal e faz bem para nossa vida, quando está na quantidade certa”, afirma. 

O problema acontece quando esse alarme fica disparando o tempo todo. Algumas sensações são consideradas sintomas de que a ansiedade não está normal e que pode trazer prejuízos para a vida da pessoa. É preciso ficar atento se uma atividade simples do dia a dia faz, por exemplo, você sentir que algo muito ruim vai acontecer, que não vai dar certo, o coração acelera, a garganta seca, dá tontura, um medo de perder o controle, de “ficar louco”, sensação de paralisia e desespero.
 
Ansiedade não é coisa só de adulto 

Temos o hábito de pensar que só adultos sofrem com ansiedade, mas isso não poderia estar mais longe da verdade. “Quando a criança ou jovem se mostra ansioso, porque está na expectativa das férias, de uma viagem, com um presente que vai ganhar ou com a faculdade que vai começar e isso não traz nenhum prejuízo para a vida dele ou dela, quer dizer que a ansiedade está equilibrada, dentro do normal. Porém, quando, por exemplo, é sexta-feira e os responsáveis falam: segunda-feira é dia de ir para a escola; e essa criança começa a falar que está passando mal, com dor de cabeça, chora, entra em desespero, algo está diferente”, explica Nayra. 

No caso de jovens, por exemplo, um sinal de alerta é quando o adolescente vai fazer um vestibular e não consegue estudar três meses antes da prova porque só fica pensando que não vai passar e não vai conseguir fazer a prova. Ele não consegue se concentrar para estudar e chega até a passar mal fisicamente. Ou seja, a rotina dessa pessoa passa a ser afetada em atividades que antes eram realizadas normalmente e, agora, trazem sofrimento. 

“Um incômodo frente a diferentes situações, demonstrando um comportamento diferente: “não quero sair de casa, não quero ir à festa, não quero fazer a prova, etc.” É uma emoção muito intensa e desproporcional porque não tem uma ameaça real.  Em todos os casos é importante buscar auxílio para que a vida escolar e outras atividades possam ser desenvolvidas de forma prazerosa e que a ansiedade esteja presente, mas equilibrada, cumprindo sua função”, ressalta a psicóloga, que é especializada no atendimento de adolescentes e adultos. 
  
O que pode desencadear crises de ansiedade em crianças e jovens  

As pessoas costumam usar o discurso que criança e adolescente não têm com o que se preocupar. Porém, os fatores que podem fazer com que a ansiedade se torne algo prejudicial e a pessoa tenha então uma crise de ansiedade são muitos e diferentes. Pode-se dizer que existem basicamente três fatores que são a base, conforme aponta o Doutor Leandro Teles: fatores genéticos, história de vida e estilo de vida. O fator genético pode estar na família e ser passado para outras gerações, mas, não é determinante. Depois, existe a história de vida, quais foram as escolhas que a pessoa fez diante das situações que se apresentaram na vida dela. E, por último, como a pessoa vive no momento, as escolhas que faz no dia a dia. Mesmo que seja uma criança, ou jovem, estes são os fatores que podem desencadear crises de ansiedade. 

“Nos últimos anos, pode-se dizer que a pandemia e todas as mudanças que ela trouxe na rotina e estilo de vida de todos, com certeza, intensificaram e desequilibraram a ansiedade para muitas pessoas. Foram muitas situações novas e um futuro incerto, e este com certeza é um fator que contribuiu para desencadear crises de ansiedade”, complementa Nayra. 
 
Como pais ou responsáveis podem ajudar 

Primeiro, para ajudar com a dificuldade que a criança ou adolescente está vivendo, é necessário reconhecer que o problema existe. “É necessário perceber que a ansiedade não está em equilíbrio e a qualidade de vida está sendo prejudicada. Em seguida, é fundamental acolher, abraçar, reconhecer e validar os sentimentos dizendo: “eu sei que dói, sei que está difícil, mas nós vamos encontrar uma solução, estou com você”. Estas palavras já trazem o primeiro alívio, ufa, eu tenho apoio e tenho alguém que vai me ajudar a não sentir mais isso. E por último, procurar profissionais habilitados em psiquiatria, psicologia para auxiliar no processo de recuperação”, orienta. 

 

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Neurocirurgia pode curar pacientes com epilepsia que não respondem aos medicamentos

18/09/2021    Gustavo Siqueira

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Cerca de 3 milhões de brasileiros têm epilepsia, uma doença causada por descargas elétricas anormais que provocam alteração nos neurônios. Na Região Metropolitana de Curitiba a estimativa é que esse número chegue a 90 mil. A conscientização sobre a epilepsia é muito importante, para que fique claro que esta é uma condição que pode ser tratada. Com acesso a um diagnóstico e tratamento adequados, cerca de 70% dos pacientes poderão controlar as crises com medicamentos, inclusive, podem trabalhar e levar uma vida normal – e devem ser estimulados a isso.
 
Os outros 30% dos pacientes, que são refratários ao tratamento, podem se beneficiar da cirurgia que retira ou controla o foco epiléptico, indicação que será determinada após investigação com exames médicos, como ressonância magnética e eletroencefalograma prolongado. Segundo o neurocirurgião Dr. Murilo Meneses, chefe da Unidade de Cirurgia de Epilepsia do Hospital INC (Instituto de Neurologia de Curitiba), a indicação para cirurgia ainda avalia outros fatores como qualidade de vida, o trabalho e função que essa pessoa exerce, se está em idade escolar, e o impacto da medicação na saúde. “Temos muitos casos de pacientes em que a cirurgia contribuiu para mudar radicalmente a vida dele e da família”.
 
De acordo com a causa da epilepsia, muitos pacientes podem se curar ou melhorar o controle das crises. O tratamento com neurocirurgia vai desde remover a parte do cérebro doente até implantes de estimulação cerebral ou do Nervo Vago - um pequeno computador que detecta a chegada de uma crise e evita que ela ocorra por meio de estímulos. “São técnicas bem modernas e sofisticadas que estão evoluindo constantemente”, observa Murilo de Meneses, organizador do Simpósio INC de Cirurgia de Epilepsia, que será realizado no próximo sábado (18).
 
O evento on-line e gratuito terá uma programação de palestras com especialistas do INC, Universidade de São Paulo, Universidade Federal de São Paulo, Instituto de Previsión Social – Hospital Central (Paraguai), University of Miami (EUA), University of Montreal Hospital Center (Canadá) e Nicklaus Children’s Hospital Brain Institute (EUA).
 
Centro especializado
No INC, a Unidade de Cirurgia de Epilepsia do INC investiga pacientes com epilepsia há 23 anos. O centro especializado é formado por uma equipe de neurocirurgiões, neurologistas, epileptologistas, neuropediatras, psiquiatra, neuropsicólogos e especialistas em exames como tomografia, ressonância magnética e medicina nuclear. Essa estrutura e corpo clínico possibilitam que cada caso seja avaliado e investigado, e que decisões sobre cirurgias e outros tratamentos sejam tomadas em conjunto.
 
Importante lembrar que mesmo as técnicas mais complexas de estimulação cerebral ou do Nervo Vago já fazem parte do rol da ANS (Agência Nacional de Saúde) e Anvisa que reconhecem esses procedimentos e, consequentemente, são cobertos pelos planos de saúde.
 
SERVIÇO:
Simpósio INC de Cirurgia de Epilepsia
Data: sábado, 18 de setembro
Hora: das 8h às 13h30
Participação: gratuita
 
PROGRAMAÇÃO
 
08h00 – 08h30 - O que é epilepsia refratária e como investigar
Dr. Bruno Takeshita – Instituto de Neurologia de Curitiba
 
08h30 – 09h00 - Lobectomia temporal na Esclerose Mesial Temporal
Dr. Murilo Meneses - Instituto de Neurologia de Curitiba
 
09h00 – 09h30 - Calosotomia anterior e posterior: indicações e resultados
Dr. Paulo Henrique Pires Aguiar - Hospital Santa Paula, São Paulo
 
09h30 – 10h00 - Estimulação Cerebral Profunda (DBS) em pacientes com epilepsia refratária 
Dr. Arthur Cukiert - Hospital Santa Paula, São Paulo
 
10h00 – 10h30 - Estimulação de Nervo Vago (VNS): quando indicar?
Dra.  Alessandra de Moura Lima - Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo
 
10h30 – 11h00 - Hemisferectomia: considerações atuais
Dr. Oscar Servin - Instituto de Previsión Social - Hospital Central, Paraguai
 
11h00 – 11h30 - Desafios na cirurgia de epilepsia em área eloquente
Dr. Ricardo Centeno - Universidade Federal de São Paulo
 
11h30 – 12h00 - Gamma Knife na epilepsia
Dr. Daniel Benzecry de Almeida - Instituto de Neurologia de Curitiba
 
12h00 – 12h30 - Neuroestimulação responsiva (RNS) em epilepsia
Dr. Joacir Cordeiro - University of Miami
 
12h30 – 13h00 - Advances in Laser Interstitial Thermal Therapy (MRgLITT) for epilepsy
Dr. Alexander Weil - University of Montreal Hospital Center, Canada
 
13h00 – 13h30 - Focused Ultrasound ablation for epilepsy
Dra. Shelly Wang - Nicklaus Children’s Hospital Brain Institute, Estados Unidos
 
 
Sobre o Hospital INC
 
O Instituto de Neurologia de Curitiba (INC) é uma instituição hospitalar referência no atendimento de pacientes neurocirúrgicos, neurológicos e cardiológicos de alta complexidade. Possui o centro neurocirúrgico mais tecnológico do Brasil, é pioneiro na América Latina em obter tecnologias como GammaKnife – cirurgia cerebral sem corte – e o primeiro a utilizar a ressonância magnética intraoperatória no país. Seu corpo clínico é composto por mais de 300 profissionais responsáveis pelo atendimento a pacientes de todo o Brasil e de diversos países da América Latina em neurologia, neurocirurgia, cardiologia e cirurgia cardíaca, além de oncologia, otorrinolaringologia, dermatologia, cirurgia digestiva, ortopedia, dentre outras.

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