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Francisco Graciola recebe maior honraria industrial de Santa Catarina

21/06/2024    Gustavo Siqueira

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Na manhã desta sexta-feira, 21 de junho, o cofundador e presidente do conselho da FG Empreendimentos, o empresário Francisco Graciola, recebeu a Comenda do Mérito Industrial de Santa Catarina, por sua importante representatividade no mercado.  A condecoração é a mais alta honraria do setor industrial e reconhece fundadores ou executivos de indústrias que são referência para Santa Catarina.
 
“Esse reconhecimento corrobora todo nosso trabalho realizado ao longo de nossa trajetória. É mais um marco na história da FG, que é galgada na transparência, governança, parceria com a comunidade e visando potencializar, cada vez mais, o destino Balneário Camboriú. Como a oportunidade nunca chega para quem ficar de braços cruzados, mesmo em momentos de adversidade buscamos na inovação e ousadia estarmos à frente do nosso tempo, apresentando tendências e inovações. Fé, foco e família são meus mantras e me acompanham desde o dia que saí do interior de Gaspar para construir um novo futuro”, celebra o empresário Francisco Graciola.
 
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O presidente da FG, o empresário Jean Graciola, celebrou a conquista, destacando o legado que vem construindo junto a seu pai. “Este é mais um momento especial para toda a família FG, que tem a honra de poder dividir seu dia a dia com esse empresário exemplar e que todos os dias não mede esforços para alcançar seus objetivos, sempre com foco na excelência e na busca incansável por inovação e sustentabilidade”, pontua Jean Graciola.
 
Para o presidente da FIESC, Mario Cezar de Aguiar, o protagonismo, a resiliência e a capacidade de se reinventar estão entre os principais valores do industrial catarinense. “A distribuição geográfica dos empreendimentos dos homenageados deste confirma o que os dados nos mostram: nossa indústria é forte em toda Santa Catarina”, destaca.
 
A Ordem do Mérito Industrial de SC foi instituída pela FIESC no ano de 2000 para reconhecer personalidades e instituições que atuam na promoção do desenvolvimento da indústria catarinense. São concedidas no máximo cinco distinções por ano.
 
Além de Francisco Graciola, receberam a comenda: Assis Strasser, da GTS do Brasil (Lages); Heinz Engel, do Conselho de Acordantes da Condor (São Bento do Sul); Henrique Deiss, da Têxtil Oeste (Mondaí); e Vera Olivo, da La Moda (Criciúma).


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Diabetes afeta 537 milhões de adultos

21/06/2024    Rosilene Bejarano

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Saiba mais sobre a doença crônica que é desafio para a saúde pública global

O calendário anual da saúde registra que 26 de junho é o Dia Nacional da Diabetes.

 Com o nome completo de diabetes mellitus, essa é uma doença crônica caracterizada por níveis elevados de glicose no sangue devido a deficiências na produção ou na ação da insulina. 

Um desafio significativo para a saúde pública global, segundo o endocrinologista Diego de Aviz Gonçalves, do corpo clínico do Hospital Dona Helena, de Joinville (SC). 

Os números espelham a seriedade do problema. 

A Federação Internacional de Diabetes (IDF) informa que cerca de 537 milhões de adultos (de 20 a 79 anos) viviam com diabetes em 2021, e esse contingente deve aumentar para 783 milhões até 2045. 

No Brasil, dados de 2024 indicam que cerca de 10,2% da população adulta (20 milhões de cidadãos) tem diabetes.

 Ainda segundo a IDF, o Brasil ocupa o sexto lugar entre os países com mais pessoas com diabetes no geral e o terceiro quando se fala em diabetes tipo 1.

Diego Gonçalves traz algumas orientações sobre a doença. Confira. 

Tipos de diabetes

# Diabetes tipo 1 – condição autoimune na qual o sistema imunológico destrói as células beta do pâncreas, responsáveis pela produção de insulina. Representa cerca de 5% a 10% dos casos de diabetes e geralmente se desenvolve na infância ou adolescência, embora possa ocorrer em qualquer idade.


 Os sintomas incluem sede excessiva, fome intensa, perda de peso e micção frequente.


 O manejo envolve a administração de insulina exógena, monitoramento contínuo da glicemia e dieta equilibrada.

# Diabetes tipo 2 –a forma mais comum, correspondendo a uma faixa de 90% a 95% dos casos. Caracteriza-se pela resistência à insulina e, eventualmente, pela deficiência de insulina.

 Associada ao estilo de vida, incluindo obesidade, sedentarismo e dieta inadequada. 

Os sintomas podem ser menos evidentes e incluem fadiga, visão turva e infecções frequentes. 

O tratamento exige mudanças no estilo de vida, como uma dieta saudável e exercícios, e medicamentos orais ou injetáveis para controlar   a glicemia.

# Diabetes gestacional – ocorre durante a gravidez e pode aumentar os riscos para a mãe e o bebê. 


Afeta cerca de 14% das gestações no mundo. Mulheres com diabetes gestacional têm risco maior de desenvolver diabetes tipo 2.



 O manejo envolve dieta adequada, atividade física e, em alguns casos, o uso de insulina.

Fisiopatologia do diabetes

A insulina é um hormônio essencial que regula a glicemia, permitindo a entrada da glicose nas células para ser utilizada como energia. No diabetes tipo 1, a falta de insulina resulta em níveis elevados de glicose no sangue. 


No diabetes tipo 2, a resistência à insulina impede que a glicose seja eficientemente utilizada pelas células.

Complicações a longo prazo

Se não controlado adequadamente, o diabetes pode levar a complicações graves:

# Microvasculares: retinopatia (danos à retina), nefropatia (danos aos rins) e neuropatia (danos aos nervos).

# Macrovasculares: aumento do risco de doenças cardiovasculares, como infarto e AVC.

Diagnóstico

O diagnóstico do diabetes é baseado em medições de glicose no sangue. Os principais testes incluem:

# Glicemia de jejum: níveis de glicose iguais ou menores a 126 mg/dL após jejum de 8 horas.

# Teste oral de tolerância à glicose: níveis de glicose iguais ou menores a 200 mg/dL após ingestão de 75g de glicose.

# Hemoglobina glicada (A1C): níveis iguais ou menores a 6,5%, refletindo a média dos níveis de glicose nos últimos 2-3 meses.

O auto-monitoramento da glicemia é crucial para o manejo adequado do diabetes, permitindo ajustes no tratamento e nas atividades diárias.

Tratamento e manejo

# Mudanças no estilo de vida – a base do manejo do diabetes envolve uma alimentação saudável e a prática regular de exercícios físicos. 

A dieta deve ser rica em fibras, com carboidratos de baixo índice glicêmico, e equilibrada em proteínas e gorduras saudáveis.


 A atividade física ajuda a melhorar a sensibilidade à insulina e a controlar a glicemia.

# Medicações – para o diabetes tipo 1, a terapia com insulina é essencial. Para o tipo 2, medicamentos orais, como metformina, sulfonilureias, ou inibidores de DPP-4, e injetáveis, como agonistas do GLP-1, são comumente utilizados. 


A insulina também pode ser necessária em casos mais avançados.

Tecnologias no tratamento

Avanços tecnológicos têm melhorado o manejo do diabetes. 


Bombas de insulina permitem a administração contínua de insulina, e monitores contínuos de glicose (CGMs) fornecem leituras em tempo real, facilitando o controle glicêmico.

Prevenção

A prevenção do diabetes tipo 2 foca na promoção de um estilo de vida saudável. 


Estratégias incluem a manutenção de um peso saudável, a prática regular de exercícios e uma dieta balanceada. 


A educação e a conscientização sobre os fatores de risco são fundamentais.

Na diabetes gestacional, a triagem precoce e o manejo adequado durante a gestação são essenciais para reduzir riscos. Mulheres com histórico de diabetes gestacional devem ser monitoradas após a gravidez para prevenir o desenvolvimento de diabetes tipo 2.

Assessoria de imprensa Hospital Dona Helena. 

Jornalista responsável: 

Guilherme Diefenthaeler 

(reg. prof. 6207/RS). 

WhatsApp: (47) 98403-2745

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Pela primeira vez, Justiça realiza júri popular em centro universitário de Lages

21/06/2024    Karla Cruz

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Unifacvest e Uniplac receberam sessões neste ano  


De forma inédita, a comarca de Lages realizou uma sessão do Tribunal do Júri no Centro Universitário Unifacvest. Acadêmicos do curso de Direito tiveram a oportunidade de acompanhar a prática do universo jurídico com esta experiência na própria instituição. Os trabalhos foram presididos pelo juiz Laerte Roque Silva, titular da 1ª vara Criminal, que promoveu ação semelhante na Uniplac, no começa deste ano.
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Para o magistrado, os eventos em ambientes acadêmicos são essenciais para uma aproximação com o Judiciário. “Buscamos estimular o conhecimento e incentivar os estudantes a estarem no fórum, seja como estagiário ou jurado voluntário, por exemplo. Nestas solenidades, eles conhecem na prática como é o ritual do júri. Além disso, serve para apresentar à sociedade a importância da decisão popular em fatos que nela ocorrem”.
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A acadêmica da quinta fase Amanda da Silva quer ser promotora de Justiça. Ela já acompanhou sessões na comarca, mas diz que participar de um júri popular na instituição onde estuda teve intenso significado. “Sempre gostei dessa área. Considero que oportunidades como esta acrescentam muito em nossa vida acadêmica e profissional, pois a gente vê na prática o que temos de teoria em sala de aula”.

Advogado e professor da instituição, Diego Espinoza atuou na sessão como defensor, auxiliado pelo colega Adriano Alves de Melo. Ele foi um dos mobilizadores da ação no Centro Universitário e diz que buscou fomentar a proximidade dos estudantes à vivência real de uma sessão do Tribunal do Júri. “Além de trazer os acadêmicos, procuramos oferecer à comunidade que mora próximo à instituição o acesso a um júri popular. Nossa ideia foi mostrar que, nestes casos, a sociedade é quem decide o fato julgado”. O promotor de Justiça Fabrício Nunes, que atuou na acusação, também é docente na Unifacvest.

 Sobre o julgamento 

Um homem foi julgado por tentativa de homicídio qualificada pelo recurso que dificultou a defesa da vítima e ameaça. Em 22 de julho de 2021, em um bar do bairro Guarujá, o acusado desferiu golpes com facão nas costas, mão e ombro de um homem, sem aparente motivo. As pessoas que estavam no local intervieram e houve socorro imediato. No hospital, a vítima foi ameaçada de morte pelo réu que, no interrogatório, confessou estar sob efeito de álcool.

Os jurados entenderem que o acusado praticou os crimes e ele foi condenado a pena de quatro anos de reclusão e um mês de detenção, em regime semiaberto. Por conta da reincidência e por ser praticado com violência contra a pessoa, o magistrado negou a substituição da pena privativa de liberdade por restritiva de direitos ou multa. Cabe recurso. 

Taina Borges - NCI/TJSC

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[imagem1]Com uma carreira sólida de 29 anos como colunista social, sou a mente por trás do Programa, da Revista e do Blog Top Society, além d...
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